Corrida de rua: os benefícios na rotina de um executivo

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da aposte e ganhe: Com uma rotina cercada de compromissos e responsabilidades, Henrique Collor se tornou um verdadeiro apaixonado pela corrida de rua. O início foi em 2006, após disputar uma prova em São Paulo, onde mora, ainda sem levar o esporte a sério. A paixão, no entanto, aumentou e, com o passar dos anos, o executivo da RedeTV! concilia com maestria sua rotina profissional com os desafios relacionados ao runner.

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da pinnacle: Desde então, Henrique, de 38 anos, já rodou o mundo em maratonas. O mais importante, porém, é a ajuda que o dia a dia da corrida lhe trouxe para administrar e lidar com outros afazeres de sua vida.

– Uma coisa que a corrida me ensina e prova todos os dias é que para se ter sucesso, em qualquer área, é preciso muita dedicação – afirma Henrique. – Não há grandes resultados sem grande empenho, estudo, dedicação, foco e concentração. Isso eu aplico no meu dia a dia. Se um problema aparece, e eles aparecem, seja uma lesão nas corridas, uma situação com algum cliente ou algo na escola dos filhos, esse problema tem que ser resolvido.

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O início e a paixão pelo esporte

– Minha paixão por corridas começou em uma prova de 10km da Nike, que fiz em São Paulo, em 2006. Não tinha a menor ideia se ia conseguir terminar. Eu só corria de brincadeira, nunca havia levado a sério. Adorei a prova! Depois dela, fiz algumas outras, mas sem treinar especificamente para nenhuma. Um grande erro. Fiz isso por alguns anos. Não treinava e fazia provas. Claro que meus resultados não eram interessante, e, em um determinado momento, decidi treinar de verdade para melhorar minha performance. Comecei a treinar na assessoria do Adriano Bastos (octacampeão da Maratona da Disney em 2003, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010 e 2013) no início de 2013, porque eu o vi correndo e achei que seria legal treinar com ele. Em uma das primeiras conversas que tive com o Adriano, eu disse que tinha três objetivos: fazer 10km abaixo de 50 minutos, uma meia maratona abaixo de 1h50m e, uma coisa muito, muito, mas muito distante (impossível naquele momento), correr uma maratona. A resposta dele foi: “Moleza! Vamos treinar!”

– Eu fiquei maluco com essa resposta. Chegando em casa, naquele mesmo dia à noite, eu me inscrevi em uma prova de 10km (Circuito Athenas, em São Paulo), que seria dali a dois meses, na Meia Maratona de Floripa, dali a 4 meses, e na Maratona de Buenos Aires, dali a 6 meses. Eu tinha certeza que era muito cedo para uma maratona, mas a resposta do Adriano me deixou muito motivado. Consegui conquistar os três objetivos naquele ano nestas três provas. De 2014 em diante sempre tento encaixar ao menos duas maratonas por ano. É isso que me faz me concentrar nos treinos. Cada inscrição é uma nova motivação.

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Rotina e aprendizado com a corrida de rua

– Sou bastante disciplinado na minha rotina de corridas. Acordo todos os dias às 4h30m e vou para o parque correr ou para a academia me fortalecer. Treino nesse horário enquanto minha mulher e meu dois filhos pequenos dormem. Uma coisa que a corrida me ensina e prova todos os dias é que para se ter sucesso, em qualquer área, é preciso muita dedicação. Não há grandes resultados sem grande empenho, estudo, dedicação, foco e concentração. Isso eu aplico no meu dia a dia. Se um problema aparece, e eles aparecem, seja uma lesão na corrida de rua, uma situação com algum cliente ou algo na escola dos filhos, esse problema tem que ser resolvido. É preciso ter tudo o que mencionei anteriormente para resolver as questões da melhor forma.

Momentos inesquecíveis na trajetória como runner

– São vários. Cada maratona é muito especial. Dificilmente posso dizer que uma é muito melhor do que a outra. Mas vou citar duas excelentes que fiz na companhia de grandes amigos. Em 2014, fiz a Maratona de Santiago, no Chile, ao lado do Cordeiro Santos, grande amigo e grande figura! A prova foi muito divertida! Outra é a maravilhosa Maratona da Disney, em 2016. Fiz com outro grande amigo, o Adriano Abramavicus. Essa prova foi sensacional! Muitas risadas em ambas. Foram inesquecíveis. E, como nem tudo são rosas, em 2016, um mês após a Maratona da Disney, tive uma lesão no joelho que me levou a uma cirurgia e uma longa pausa de seis meses nos treinos. Muitas vezes a minha terapia diária (a corrida) fazia falta e eu acabava ficando mais irritado do que devia. As pessoas que trabalham comigo reclamaram nesse período.

– Mas, graças a Deus, tudo passa! Os objetivos na corrida de rua continuam e a média de duas maratonas por ano permanece. Em 2019, tenho outros objetivos, entre eles fazer uma ultra maratona, tanto que já estou inscrito e treinando para Bertioga Maresias, de 75km, em outubro.

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